
Loomi
Atualizado em 30 de jun. de 2026
CONTEÚDO
Imagine uma das maiores empresas de beleza do mundo. Seu maior ativo não cabe em planilha: é uma rede de relações, milhões de pessoas conectadas por afeto. E chega a pressão para adotar IA em tudo: atendimento, conteúdo, operação, relação com a rede.
O dilema aparece rápido. IA é, por natureza, tecnologia de escala. O ativo da empresa é humano, adotar uma sem cuidar da outra dilui exatamente o que diferencia a marca. Foi com essa pergunta que a liderança da Natura entrou na Imersão IA conduzida por GZero × Loomi: dois dias, presencial, com C-level e times-chave. E a resposta que saiu de lá foi sobre quem está no comando dela.
Onde o dinheiro está nem sempre é onde a essência está
A Natura carrega uma tensão que toda empresa madura conhece: o lugar que gera receita nem sempre é o mesmo onde mora a coerência da marca.
"A Natura é uma rede de afeto, esse é o nosso maior ativo. Onde o dinheiro está, não necessariamente a essência está. E é transformador porque eles têm os dois, o balanço entre a natureza da Natura e a potência de crescimento."
— Liderança da Natura presente na imersão
A imersão tratou essa tensão como o problema central. IA aplicada sem propósito vira mais uma iniciativa dispersa; aplicada a partir da essência do negócio, vira diferencial.
IA deixou de ser assunto de tecnologia
O principal output dos dois dias foi um deslocamento de mentalidade: construir com tecnologia não é mais privilégio de quem programa.
"Estamos numa era do faça-você-mesmo. As pessoas de negócio podem, elas fazem. É como um novo pacote office da nova era, com todas as ferramentas de IA à disposição de cada um."
— Liderança da Natura presente na imersão
A conclusão dos líderes não foi que isso é só possível, foi quase uma obrigação: usar a tecnologia para fazer florescer o que há de melhor no humano e transformar a rede em milhões de pessoas com superpoderes digitais.
O novo pacote office da era da IA
No hands-on, ninguém assistiu a uma demo, cada pessoa colocou a mão nas ferramentas. O Claude entrou como ferramenta central, no dia a dia e na construção de protótipos reais durante a imersão.
Camada | Ferramentas | Para que serve |
|---|---|---|
Pensar e analisar | Claude Desktop, ChatGPT / GPT-5, Gemini, Perplexity | Copiloto do dia a dia: redação, análise, pesquisa, decisão. |
Construir (vibe coding) | Claude Code, Cursor, Lovable, Manus | Transformar ideia em produto sem depender de fila de TI. |
Automatizar | n8n, Make | Conectar sistemas e orquestrar fluxos sem código pesado. |
Pesquisar e criar mídia | NotebookLM, Midjourney, ElevenLabs, HeyGen | De documento consultável a imagem, voz e vídeo sob demanda. |
O destaque foi o vibe coding: descrever em português o que se quer e ver a ferramenta construir. Com Claude Code e Claude Desktop, líderes que nunca escreveram código saíram com mini-experimentos rodando, não slides, coisas funcionando.
A diferença é a execução — e a humanidade
A liderança viu dezenas de ferramentas. Mas a conclusão central não foi sobre o ferramental.
"Ferramenta tem um monte, e todo mundo pode usar. A diferença é resgatar o nosso lado humano. A perspectiva humana é fundamental."
— Liderança da Natura presente na imersão
Foram dois dias de pensar diferente e executar com força. A tecnologia entrou como meio, o fim continuou sendo como as pessoas se conectam. E o efeito mais visível foi no mindset: a liderança saiu de uma postura de controlar e limitar para uma de abundância.
"Destravou um pensamento. E, contra a expectativa, saí leve, agora entendi por que o nome é Gravidade Zero. Saí com um ferramental que, combinado com o meu lado humano, vai fazer a diferença."
— Liderança da Natura presente na imersão
A síntese ficou numa imagem: ninguém se banha duas vezes no mesmo rio. O rio não é mais o mesmo, a Natura não é mais a mesma, e quem passou pela imersão também não.
O que faz uma imersão de IA funcionar
A estrutura segue um ciclo de quatro etapas, o mesmo que recomendamos para sair do hype para a aplicação:
Diagnóstico. Mapear maturidade, dados, processos e cultura de IA.
Oportunidades. Priorizar casos de uso por impacto, esforço e retorno, a partir da essência do negócio.
Hands-on. Construir mini-experimentos reais, a liderança deixa de assistir e passa a fazer.
Roadmap. Sair com plano de ação, métricas e governança definidos.
Dúvidas pertinentes
Precisa ser de tecnologia para aproveitar?
Não, e esse é o ponto. Com Claude Code e Claude Desktop, quem nunca programou constrói protótipos funcionais no próprio hands-on.
A IA não descaracteriza uma marca centrada em relações humanas?
O risco existe quando a IA entra sem propósito. A imersão parte do ativo central do negócio: a tecnologia amplia o lado humano, não o substitui.
Dois dias bastam para gerar resultado?
Não se trata de escalar IA em dois dias. A entrega é mudança de mindset, oportunidades priorizadas e mini-experimentos rodando, a base da jornada seguinte, organizada num roadmap 30/60/90.
Conclusão
A liderança da Natura não saiu da imersão com uma ferramenta nova, e sim com uma forma diferente de olhar o próprio negócio e a certeza de que IA, bem aplicada, devolve protagonismo ao humano em vez de tirá-lo.
Quer levar sua liderança do discurso de IA para a aplicação real? Acompanhe o blog da Loomi ou fale com a gente em hey@loomi.com.br.
Conheça a imersão em: Imersão IA
Imagine uma das maiores empresas de beleza do mundo. Seu maior ativo não cabe em planilha: é uma rede de relações, milhões de pessoas conectadas por afeto. E chega a pressão para adotar IA em tudo: atendimento, conteúdo, operação, relação com a rede.
O dilema aparece rápido. IA é, por natureza, tecnologia de escala. O ativo da empresa é humano, adotar uma sem cuidar da outra dilui exatamente o que diferencia a marca. Foi com essa pergunta que a liderança da Natura entrou na Imersão IA conduzida por GZero × Loomi: dois dias, presencial, com C-level e times-chave. E a resposta que saiu de lá foi sobre quem está no comando dela.
Onde o dinheiro está nem sempre é onde a essência está
A Natura carrega uma tensão que toda empresa madura conhece: o lugar que gera receita nem sempre é o mesmo onde mora a coerência da marca.
"A Natura é uma rede de afeto, esse é o nosso maior ativo. Onde o dinheiro está, não necessariamente a essência está. E é transformador porque eles têm os dois, o balanço entre a natureza da Natura e a potência de crescimento."
— Liderança da Natura presente na imersão
A imersão tratou essa tensão como o problema central. IA aplicada sem propósito vira mais uma iniciativa dispersa; aplicada a partir da essência do negócio, vira diferencial.
IA deixou de ser assunto de tecnologia
O principal output dos dois dias foi um deslocamento de mentalidade: construir com tecnologia não é mais privilégio de quem programa.
"Estamos numa era do faça-você-mesmo. As pessoas de negócio podem, elas fazem. É como um novo pacote office da nova era, com todas as ferramentas de IA à disposição de cada um."
— Liderança da Natura presente na imersão
A conclusão dos líderes não foi que isso é só possível, foi quase uma obrigação: usar a tecnologia para fazer florescer o que há de melhor no humano e transformar a rede em milhões de pessoas com superpoderes digitais.
O novo pacote office da era da IA
No hands-on, ninguém assistiu a uma demo, cada pessoa colocou a mão nas ferramentas. O Claude entrou como ferramenta central, no dia a dia e na construção de protótipos reais durante a imersão.
Camada | Ferramentas | Para que serve |
|---|---|---|
Pensar e analisar | Claude Desktop, ChatGPT / GPT-5, Gemini, Perplexity | Copiloto do dia a dia: redação, análise, pesquisa, decisão. |
Construir (vibe coding) | Claude Code, Cursor, Lovable, Manus | Transformar ideia em produto sem depender de fila de TI. |
Automatizar | n8n, Make | Conectar sistemas e orquestrar fluxos sem código pesado. |
Pesquisar e criar mídia | NotebookLM, Midjourney, ElevenLabs, HeyGen | De documento consultável a imagem, voz e vídeo sob demanda. |
O destaque foi o vibe coding: descrever em português o que se quer e ver a ferramenta construir. Com Claude Code e Claude Desktop, líderes que nunca escreveram código saíram com mini-experimentos rodando, não slides, coisas funcionando.
A diferença é a execução — e a humanidade
A liderança viu dezenas de ferramentas. Mas a conclusão central não foi sobre o ferramental.
"Ferramenta tem um monte, e todo mundo pode usar. A diferença é resgatar o nosso lado humano. A perspectiva humana é fundamental."
— Liderança da Natura presente na imersão
Foram dois dias de pensar diferente e executar com força. A tecnologia entrou como meio, o fim continuou sendo como as pessoas se conectam. E o efeito mais visível foi no mindset: a liderança saiu de uma postura de controlar e limitar para uma de abundância.
"Destravou um pensamento. E, contra a expectativa, saí leve, agora entendi por que o nome é Gravidade Zero. Saí com um ferramental que, combinado com o meu lado humano, vai fazer a diferença."
— Liderança da Natura presente na imersão
A síntese ficou numa imagem: ninguém se banha duas vezes no mesmo rio. O rio não é mais o mesmo, a Natura não é mais a mesma, e quem passou pela imersão também não.
O que faz uma imersão de IA funcionar
A estrutura segue um ciclo de quatro etapas, o mesmo que recomendamos para sair do hype para a aplicação:
Diagnóstico. Mapear maturidade, dados, processos e cultura de IA.
Oportunidades. Priorizar casos de uso por impacto, esforço e retorno, a partir da essência do negócio.
Hands-on. Construir mini-experimentos reais, a liderança deixa de assistir e passa a fazer.
Roadmap. Sair com plano de ação, métricas e governança definidos.
Dúvidas pertinentes
Precisa ser de tecnologia para aproveitar?
Não, e esse é o ponto. Com Claude Code e Claude Desktop, quem nunca programou constrói protótipos funcionais no próprio hands-on.
A IA não descaracteriza uma marca centrada em relações humanas?
O risco existe quando a IA entra sem propósito. A imersão parte do ativo central do negócio: a tecnologia amplia o lado humano, não o substitui.
Dois dias bastam para gerar resultado?
Não se trata de escalar IA em dois dias. A entrega é mudança de mindset, oportunidades priorizadas e mini-experimentos rodando, a base da jornada seguinte, organizada num roadmap 30/60/90.
Conclusão
A liderança da Natura não saiu da imersão com uma ferramenta nova, e sim com uma forma diferente de olhar o próprio negócio e a certeza de que IA, bem aplicada, devolve protagonismo ao humano em vez de tirá-lo.
Quer levar sua liderança do discurso de IA para a aplicação real? Acompanhe o blog da Loomi ou fale com a gente em hey@loomi.com.br.
Conheça a imersão em: Imersão IA




